Quando o príncipe de Orange chegou ao Recife, que na época era conhecida como "recifilis", ele não saberia que quase 4 séculos mais tarde Recife seria conhecida por "Hellcife".
Nassau tratou de embelezar Recife (que tolice). Não sabendo ele que o belo de recife está em ser uma cidade feia.
Recife é das putas.
Recife é dos becos.
Recife é dos bêbados.
Recife é dos assaltos.
Recife é dos mendigos.
Recife é dos analfabetos.
Recife é das palafitas.
Recife é dos piratas.
Recife é das ruas lavadas com sangue.
Recife é de cadáver no Capibaribe.
hellcifilis!
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Eternidade. não é o que todo homem deseja?

Em 20 de Maio de 2008, cientistas da Universidade de Melbourne, na Austrália, conseguiram reativar um fragmento do DNA do tigre-da-Tasmânia. Eles extraíram o material genético de um animal que estava preservado em um museu há 100 anos.
Fonte : http://pt.wikipedia.org/wiki/Tigre_da_Tasm%C3%A2nia
Egípcios se preparavam para o além com mumificação, pinturas e até serviçais. Chance de ressurreição dependia de grau de preservação do corpo e imagens na tumba.

Fonte : http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL600506-9982,00.html
Não se atreva leitor de fechar os olhos, são dois fatos, quase que inquestionáveis, separados por milênios, porem, a simples possibilidade de ambos os seres voltarem a viver é apenas uma questão de tempo, graças ao avanço da ciência.
A certeza dos semideuses (os faraós) que eles voltariam a vida e sairiam da sua tumba utilizando a técnica de mumificação que eles aprenderam com os deuses, deve assustar qualquer criança. No entanto o homem do século XXI tem uma visão diferente daquela de seculos passados, pois o homem (atualmente) não ver aquilo como um fenômeno religioso, e sim, como ciência.
O objetivo só será alcançado, em reativar em 100% a cadeia genética do tigre extinto, tendo como hospedeiro o diabo-da-Tasmânia. Isso é sarcasmo da história?
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
concluo que...
“Este último capítulo é todo de negativas. Não alcancei a celebridade do emplasto, não fui ministro, não fui califa, não conheci o casamento. Verdade é que, ao lado dessas faltas, coube-me a boa fortuna de não comprar o pão com o suor do meu rosto. Mais; não padeci a morte de D. Plácida, nem a semi-demência do Quincas Borba. Somadas umas cousas e outras, qualquer pessoa imaginará que não houve míngua nem sobra, e conseguintemente que saí quite com a vida. E imaginará mal; porque ao chegar a este outro lado do mistério, achei-me com um pequeno saldo, que é a derradeira negativa deste capítulo de negativas: -- Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado da nossa miséria”
Trecho do livro de Machado de Assis – memórias póstumas de Brás Cubas.
Desculpe o mal que lhe causo com essas palavras, copiadas sem nenhum esforço e cuspidas na tela do seu computador.
Prometo piorar, já que os próximos escritos, será feito por mim com ajuda de medíocres pensadores, medíocres fatos, e claro de sentimentos, que não são emoções e nem são sensibilidades.
Mas entenda, nós ainda estamos no século XXI.
Trecho do livro de Machado de Assis – memórias póstumas de Brás Cubas.
Desculpe o mal que lhe causo com essas palavras, copiadas sem nenhum esforço e cuspidas na tela do seu computador.
Prometo piorar, já que os próximos escritos, será feito por mim com ajuda de medíocres pensadores, medíocres fatos, e claro de sentimentos, que não são emoções e nem são sensibilidades.
Mas entenda, nós ainda estamos no século XXI.
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